A formação definitiva para você se tornar a psicóloga capaz de identificar, avaliar e acompanhar mulheres autistas adultas com a profundidade clínica que esse público merece e o consultório nunca aprendeu a oferecer.
Início das turmas fundadoras: 15 de junho. Apenas 3 turmas serão abertas neste ano. Cada turma com no máximo 8 alunas. As inscrições são feitas por ordem de chegada e mediante leitura do perfil profissional.
Ela chega cansada. Já fez terapia em outros lugares. Já recebeu diagnósticos que não a explicaram.
Ansiedade generalizada.
Transtorno de personalidade borderline.
Depressão recorrente.
Trauma complexo.
Você escuta. E sente que existe uma camada que os manuais não estão te ajudando a enxergar.
Você está certa. E não é a única.
A graduação ensinou autismo a partir de meninos. O DSM foi construído sobre amostras masculinas. As ferramentas clínicas tradicionais foram validadas em populações que não se parecem com a mulher que está, neste exato momento, sentada na sua sala.
E enquanto a clínica não acompanha, mulheres autistas adultas continuam recebendo, em média, dezessete anos a mais de espera pelo diagnóstico correto. Muitas, nunca recebem.
Não é falta de cuidado. É lacuna formativa. E é exatamente essa lacuna que esta mentoria existe para preencher.
A insegurança que você sente é real, é justificada e tem solução.
Antes da mentoria, vieram os livros. Antes dos livros, vieram anos de clínica e a vivência de quem precisou nomear o que sentia para então conseguir nomear o que via nas pacientes.
O que o masking cobra de mulheres autistas que aprenderam a parecer bem.
Uma análise sobre o autismo feminino sem fazer dele um bicho de sete cabeças.
Dois dos poucos livros publicados em português sobre autismo feminino e masking — escritos por uma psicóloga atípica que viveu, pesquisou e ensina o que o consultório precisa aprender a ver.
Escuta · Leitura · Avaliação no Sujeito Feminino
O Método ELAS nasceu da constatação de que avaliar uma mulher com suspeita de autismo exige um percurso clínico que não está descrito nos manuais, e que a maioria das psicólogas nunca teve a chance de aprender de forma estruturada.
Três pilares organizam toda a prática:
A escuta clínica fina das narrativas femininas, onde estão as pistas que a anamnese tradicional não captura. Como ouvir uma vida inteira de adaptação social. Como reconhecer o que a paciente ainda não tem palavras para nomear.
A leitura do que aparece em sessão e do que ficou submerso por décadas. Microexpressões, scripts sociais, fadiga ao final do dia, sensibilidade sensorial, repertórios afetivos. A leitura clínica do masking, antes de qualquer instrumento.
A avaliação técnica conduzida com instrumentos adequados ao fenótipo feminino. Raciocínio diagnóstico refinado para diferenciar TEA de TDAH, TPB, ansiedade e trauma. A devolutiva ética, onde tantas profissionais ainda erram.
Por que isso muda a sua prática:
Você deixa de tentar encaixar mulheres em critérios pensados para meninos. Passa a operar com um método clínico próprio, validado pela literatura contemporânea de Hull, Lai, Mandy e Bargiela, e refinado pela vivência de quem viveu o erro diagnóstico na própria pele.
Eu não construí esse método em cima de literatura. Construí em cima de literatura e de pele. Da minha pele, e da pele de cada paciente que chegou no meu consultório depois de anos sem ser vista.
Antes de a mentoria mudar a sua clínica, ela muda algo muito mais profundo: muda a vida da próxima mulher que vai sentar na sua sala.
A mulher autista adulta que chega ao consultório carrega vinte, trinta, quarenta anos de invisibilidade. Foi chamada de difícil, sensível demais, intensa, dramática. Recebeu rótulos que não a explicavam. Aprendeu a duvidar das próprias percepções. Achou, em algum momento, que o problema era ela.
Em seis meses, você pode ser a primeira profissional na vida dela que finalmente a vê. Que finalmente nomeia o que ela carregava sozinha desde os seis anos. Que finalmente devolve uma história que faz sentido.
É isso que a mentoria forma. Não psicólogas que sabem sobre autismo feminino. Psicólogas que vão restituir, paciente por paciente, a inteireza de mulheres que passaram a vida inteira sem nunca terem sido vistas.
Esse é o trabalho. Esse é o ofício.
Esta não é uma transformação abstrata. São mudanças concretas, mensuráveis, que suas pacientes vão sentir desde a primeira sessão depois da mentoria.
| Antes | Depois |
|---|---|
| Recebe pacientes com suspeita e adia a avaliação por insegurança | Conduz a avaliação com método estruturado e raciocínio clínico claro |
| Confunde TEA feminino com TPB, TAG ou trauma | Domina o diferencial diagnóstico e reconhece quadros mistos |
| Aplica instrumentos sem saber lê-los no contexto de masking | Lê CAT-Q, RAADS-R e AQ com profundidade contextual |
| Faz devolutivas tímidas ou genéricas | Conduz devolutivas éticas, profundas e transformadoras |
| Não sabe como cobrar uma avaliação especializada | Posiciona-se como referência local e precifica adequadamente |
| Atende, mas não é referência no nicho | Torna-se a psicóloga indicada para mulheres com suspeita de TEA |
Você não sai apenas com mais conhecimento.
Sai com uma identidade clínica nova.
A transformação não acontece no último módulo, ela acontece em camadas. Veja exatamente o que muda na sua prática clínica em cada estágio dos seis meses.
Identifica o viés masculino dos manuais que você estudou. Começa a reler casos antigos com outros olhos. Reconhece, pela primeira vez, mulheres autistas adultas em pacientes que já atendeu.
Domina o construto clínico mais central do autismo feminino adulto. Aplica e interpreta o CAT-Q com profundidade. Identifica camuflagem antes mesmo de aplicar qualquer instrumento.
Consegue diferenciar TEA feminino de TDAH, TPB, TAB, ansiedade social e trauma complexo. Reconhece quadros mistos como AuDHD. Tem em mãos a Matriz Diferencial ELAS para consulta clínica.
Aplica o Roteiro ELAS de Entrevista Clínica. Monta bateria neuropsicológica adequada ao fenótipo feminino. Conduz anamnese desenvolvimental retrospectiva com precisão.
Conduz o momento mais delicado da clínica com firmeza e cuidado. Sabe acolher o luto pós-diagnóstico. Faz psicoeducação para a paciente e para a família. Adapta o setting às necessidades sensoriais.
Tem identidade clínica nova e um método próprio. Sabe se posicionar profissionalmente, precificar avaliações especializadas e construir network estratégico. Sai da mentoria já sabendo o caminho da referência.
A mentoria está organizada em oito módulos, em progressão clínica intencional. Do paradigma diagnóstico até a construção da sua autoridade profissional no nicho. Cada módulo te leva um passo mais perto da clínica que você quer ter.
A história do diagnóstico de autismo, o viés masculino dos manuais e o paradigma feminino contemporâneo. Tudo o que você precisa desaprender antes de começar a ver de verdade.
O construto clínico central no autismo feminino adulto. Aplicação e leitura do CAT-Q, sinais de masking em sessão, e o custo psíquico de uma vida inteira de adaptação.
TEA versus TDAH (e o quadro AuDHD), TPB, ansiedade social, trauma complexo, TAB e altas habilidades. A Matriz Diferencial ELAS, exclusiva da mentoria, em suas mãos.
Instrumentos (ADOS-2, ADI-R, RAADS-R, AQ, CAT-Q, EQ/SQ, RBQ-2A), bateria recomendada e o Roteiro ELAS de Entrevista Clínica, em PDF editável.
Infância, sensibilidade sensorial, burnout autista, hiperfocos, impacto hormonal, relações afetivas, sexualidade, maternidade, trauma e invalidação. A experiência subjetiva mapeada com profundidade fenomenológica.
O que fazer depois do diagnóstico, onde a maioria das psicólogas falha. Devolutiva, manejo do luto pós-diagnóstico, psicoeducação, adaptações no setting e acompanhamento longitudinal.
Autodiagnóstico, influência das redes sociais, dilemas éticos, parecer técnico e Resolução CFP. Como acolher sem validar acriticamente, e como blindar sua prática contra os erros mais comuns no nicho.
Posicionamento profissional, precificação de avaliação especializada, comunicação ética em redes sociais, network estratégico e escrita clínica. Sair da mentoria já sabendo o caminho da referência.
Uma estrutura desenhada para profissionais em atividade. Tudo flexível o suficiente para caber na sua rotina, e profundo o suficiente para transformar sua clínica.
Duração da formação completa, com cronograma quinzenal previsível e progressão clínica estruturada.
Aulas gravadas para você assistir no seu tempo, mais encontros ao vivo para aprofundar e supervisionar.
Dois por mês, de 90 minutos cada, via Zoom (com gravação disponível para você rever quando quiser).
Turmas reduzidas. Você é vista, ouvida e acompanhada de verdade, não é mais um nome em uma planilha.
Espaço moderado para discussão clínica entre pares, com curadoria direta da mentora.
Mentoria de aprofundamento clínico em autismo feminino adulto, com carga horária discriminada.
Cada benefício abaixo é um ativo profissional permanente. Você não está comprando um curso, está adquirindo uma identidade clínica.
Você passa a receber pacientes com suspeita de TEA tardio sem aquele aperto no peito. Tem método, tem rota, tem confiança técnica.
Capaz de operar nos quadros mais complexos da clínica feminina, distinguindo o que muitos profissionais ainda confundem.
Conhecimento aprofundado dos principais instrumentos contemporâneos validados especificamente para o fenótipo feminino.
Roteiro ELAS de entrevista clínica e modelo de laudo neuropsicológico, ambos em PDF editável para uso imediato.
Capacidade de conduzir devolutivas éticas, profundas e clinicamente transformadoras. O momento mais delicado, finalmente sob controle.
Posicionamento profissional para se tornar referência local em avaliação de TEA feminino adulto, com agenda de avaliações cheia.
Casos reais comentados em vídeo, para consulta ao longo de toda a sua carreira. Material que vale a mentoria inteira.
Conexão real com outras psicólogas que atuam ou atuarão no mesmo nicho, formando uma rede profissional duradoura.
Todas as alunas matriculadas recebem, no momento da inscrição, acesso imediato ao meu ebook mais recente sobre autismo feminino adulto.
Material de estudo dirigido, pensado para acompanhar a mentoria desde o primeiro dia e servir como base de leitura paralela aos módulos.
Antes da mentoria, vieram os livros. E com eles, mensagens de leitoras de todo o Brasil que encontraram, finalmente, uma escrita que conseguia falar com leveza sobre o que sempre foi tratado como peso.
Gostei muito do livro, aborda temas que achamos complexos de uma maneira leve, mas sem deixar de ser intenso. É uma leitura tranquila e dinâmica que faz a gente ler vários capítulos seguidos sem perceber. Recomendo pra todos.
Até hoje pouquíssimos livros que li tiveram tanto tato, profundidade e leveza ao mesmo tempo quanto esse, ao tocar nesse assunto tão importante. Parabéns à escritora pelo talento. Já ansiosa pelos próximos.
Uma leitura extremamente necessária e ao mesmo tempo dinâmica e fácil sem perder o foco. Fico feliz que finalmente alguém conseguiu trazer os tópicos levantados de uma maneira que não deixa o leitor preocupado com suas reflexões. Uma análise sobre o autismo sem fazer virar um bicho de sete cabeças. Meus mais sinceros parabéns à autora.
Mensagens reais que chegaram pela vivência clínica e pelos cursos livres ministrados pela Michelle. Compartilhadas aqui com permissão, como prova do impacto que o trabalho tem gerado.
Paciente S. B.
Cursos ensinam conteúdo. Mentoria forma raciocínio clínico.
A diferença não é semântica. É estrutural.
Em um curso, você assiste sozinha, conclui sozinha e fica sozinha quando uma paciente real entra na sua sala. No Método ELAS, você é acompanhada. Em turma de oito, com supervisão, com a mentora respondendo às suas dúvidas e com casos discutidos coletivamente.
E há uma segunda diferença, mais delicada.
Esta mentoria não é conduzida por alguém que pesquisou autismo feminino. É conduzida por alguém que viveu o autismo feminino antes de pesquisá-lo, antes de escrevê-lo, antes de ensiná-lo.
Esse tipo de leitura clínica não está em livro nenhum. E é exatamente isso que você está acessando aqui.
Pós oferece amplitude. Mentoria oferece profundidade clínica em um recorte específico, com proximidade real entre mentora e aluna. As duas formações não competem. Se complementam.
A primeira turma fundadora não é apenas uma turma. É a base de uma rede que vai durar.
As alunas das três turmas fundadoras formam o núcleo permanente da comunidade ELAS — psicólogas pioneiras em autismo feminino adulto no Brasil, que vão se referenciar profissionalmente entre si por anos.
É um grupo seleto, escolhido com critério, em um nicho com altíssima demanda reprimida. Cada aluna fundadora entra com um lugar reservado em uma rede que ninguém ainda construiu nesse formato.
Fundadora não é só quem chegou primeiro. É quem ajudou a fundar.
As dúvidas mais comuns de quem chegou até aqui. Leia com calma, sem pressa.
Sim, desde que seja estudante finalista (a partir do 7º período) e que tenha intenção real de atuar com saúde mental feminina. A mentoria é construída para formar profissionais, não para substituir a graduação. Você sai dela com um diferencial que a maioria das colegas só vai construir anos depois.
Faz, e por uma razão que muitas alunas só percebem depois: você provavelmente já atende mulheres autistas, e ainda não viu. A mentoria existe para que você passe a reconhecer. Quem espera "começar a atender autismo" para se formar nunca começa.
A maior parte dos cursos disponíveis hoje aborda autismo masculino infantil ou usa critérios genéricos do DSM. A clínica do feminino adulto exige outro percurso, outras ferramentas e outro tipo de escuta. É exatamente o que falta na sua formação anterior, e é exatamente o que esta mentoria preenche.
A estrutura foi pensada para profissionais em atividade. As aulas são gravadas, os encontros ao vivo são quinzenais (e gravados), e o material fica disponível durante toda a mentoria. A média de dedicação é de 3 a 5 horas por semana.
Compreendo. Vale considerar dois pontos: o investimento equivale a aproximadamente R$ 11 por dia ao longo de 6 meses, e uma única avaliação especializada conduzida com segurança técnica cobre todo o valor. Mais do que retorno financeiro, no entanto, é uma decisão sobre o tipo de profissional que você quer ser daqui a 5 anos.
A mentoria parte da fundamentação e progride até casos complexos. Estudantes finalistas, recém-formadas e profissionais experientes terminam em pé de igualdade, porque o conteúdo é estruturado para construir raciocínio, não para testar conhecimento prévio.
Sim. Certificado de conclusão de mentoria de aprofundamento clínico, com carga horária discriminada. Importante: certificado de mentoria não tem o mesmo peso institucional de um título de pós-graduação. Não substitui pós, mas comprova formação especializada complementar.
É mentoria. Significa: turma reduzida, supervisão real, casos discutidos coletivamente, espaço para suas dúvidas e proximidade com a mentora. Tem aulas gravadas para fundamentação técnica, mas não se reduz a elas.
O Método ELAS é uma formação premium, com turma reduzida e atenção individualizada. Para celebrar o lançamento e abrir caminho para as próximas turmas, oferecemos uma condição especial às alunas fundadoras.
6 meses · Turma de 8 alunas
ou 12x de R$ 332,83 no cartão
aproximadamente R$ 11 por dia
Tudo incluído
À vista com 10% de desconto · 12x no cartão · PIX
Esse valor é exclusivo das três turmas fundadoras desta primeira edição.
A proximidade clínica é o que diferencia o Método ELAS, e proximidade não escala.
Manter turmas de no máximo 8 alunas é uma decisão metodológica, não uma estratégia de marketing. É o número que permite à mentora acompanhar de fato cada aluna ao longo dos 6 meses, ler casos próprios, responder dúvidas e supervisionar em profundidade.
As turmas fundadoras começam em 15 de junho.
Apenas 3 turmas neste ano. Total de 24 vagas em 12 meses.
A inscrição é feita por ordem de chegada, mediante leitura do perfil profissional.
O Método ELAS é uma das poucas pontes que existem hoje, no Brasil, entre essa lacuna e a clínica que essas mulheres merecem encontrar. Você pode ser parte dessa ponte.
Esta mentoria foi feita para um perfil específico. Leia com honestidade e veja se você se reconhece.
Comece pela porta de entrada: receba o material gratuito sobre os 30 sinais sutis de TEA em mulheres adultas. Um guia clínico que vai te ajudar a começar a reconhecer, na sua sala de atendimento, as pacientes que ninguém viu.
Você receberá o material no seu e-mail em alguns minutos. Sem spam, com a opção de descadastro a qualquer momento.